R Plus Seven

Mais do que em Replica – que era um álbum sombrio – aqui temos uma música resplandecente. Que nos surpreende com vozes que surgem de repente e somem quase como se não fizessem parte da história. Ouvimos melodias de dance-music sendo usadas para criar sensações misteriosas e órgãos que caem do céu assustadoramente. Temos, enfim, pela primeira vez em 2013, a chance de não conhecer absolutamente nada sobre o que ouvimos. Erroneamente julgada de nostálgica, a música do Oneohtrix Point Never é desprendida do tempo. Não faz referencia a uma época específica, tão pouco se aproveita de tonalidades de outros gêneros. Os ambientes construídos por ele dizem respeito apenas a eles mesmos. São naves espaciais ultra modernas que nos transportam a lugar nenhum. R Plus Seven (2013, EUA) – Oneohtrix Point Never. ***

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