Sobre mudanças

Duas notas sobre mudanças à luz do terceiro disco do Owen Pallett, In Conflint, um dos grandes do ano.

#1 Tem vezes que chega a hora de botar ordem na casa. Arrumar as coisas, mesmo que você ainda não saiba onde colocar suas velharias em seus novos lugares. É impossível ignorar as possibilidades de se recriar em pequenos espaços – como se tudo tivesse uma nova chance. No final do dia, o máximo que pode acontecer é você trocar uma luminária de lugar.

“You say you’ll never go home but the truth is you never left it. At the top of the Canyon we look down at what can be created by vote, by bill, by vote” (On a Path)

#2 Tem vezes que você não sabe se mudar vai significar alguma coisa, mas não há como saber até você tentar. Não é questão de perder o medo, porque ele sempre existe, é questão de dialogar com ele, fazer valer a tentativa. No final do dia, o máximo que pode acontecer é você passar alguns minutos varrendo o chão.

“And i’m not at all afraid of changing, but I don’t know what good it would do me. I am longer afraid, the truth doesn’t terrify us. My salvation is found in discipline” (I Am Not Afraid)

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