Duas visões sobre o Amor que se completam

Psiquê e Eros

A visão nobre:

“O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”

(1 Coríntios 13)

A visão objetiva:

“O amor põe em evidência as qualidades elevadas e ocultas daquele que ama – o que nele é raro, excepcional: assim fazendo, engana acerca daquilo que nele é norma”

(Nietzsche em 100 Aforismos sobre o amor e a morte)
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